kelly diz (01:04):
*isso!
*porra, lembra qdo a gente falava que ia morar junto ainda
*e que eu ia te ver cagando?
*ahahahah
*ia tacar água na sua bunda
*nada pior do que fazer cocô com a bunda molhada! HAUEHUAHEUEHUA
domingo, 4 de outubro de 2009
Kelly...Hahahahaha...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Insanidade
Qual é a mudança que realmente precisamos? De onde surgem tantas contradições em nós mesmos? Penso que às vezes o que nos irrita é aquilo que vive na gente. Odiamos conviver com certas coisas dentro de nós, e quando vemos que aquilo ali tá expresso em outra pessoa, temos raiva dela e fazemos nossas críticas. Afinal, qual é a mudança que precisamos ter? Somos mesmo capazes de mudar ou só somos capazes de reprimir temporariamente o que somos? Seja como for, talvez isso já seja uma mudança. E se não for temporário? Todos nós temos nossos limites e alguns simplesmente se conformam com eles, outros tentam ampliar, mas poucos resolvem analisar e ver quais limites deveríamos reduzir em nossas vidas também. Por que só ampliar é bom? Se a vida tem que tender ao equilíbrio, que bom senso é esse de só ampliar limites? Às vezes precisamos mesmo é reduzir alguns mesmo. Qual é a mudança que realmente preciso? Até que ponto isso pode me afetar e destruir quem eu sou? Cheiros, objetos, comidas, cabelos, ideias, questionamentos, pensamentos, programas, jogos, caminhos... Tudo isso é parte de lembranças que em algum momento podem ser fatais. Não nos damos conta de que tudo o que vivemos e nos traz prazer algum dia pode ser motivo de dor e, para alguns, se transformar futuramente em momentos nostálgicos que machucam e massageiam ao mesmo tempo. É difícil demais seguir seu próprio caminho às vezes. Toda essa estrada de terra contém pegadas, mas na vida as coisas são bem diferentes. As pegadas que projetamos no futuro vão estar diante de nosso campo de visão o tempo todo porque cada uma delas é real. Numa estrada de terra literal, você só vê as pegadas que ficaram pra trás, mas na vida vemos as pegadas que ainda nem pisamos, e é tão triste ao vê-las ao seu lado, em tamanho que não cabe aos seus pés. Eles podem até virar buracos nos quais você tropeça e cai. Ainda as observo esperando o momento de colocar meus pés novamente, sentir o quão macia e cheia de pedras é novamente. Peguei um caminho muito bonito, mas meu jeito torto de andar me desviou sem eu perceber. Me perdi, me achei e ainda busco meu caminho de volta. Quem sabe a chuva que forma tanta lama não tapa os buracos e torna as pegadas acessíveis novamente? Ainda chovo à espera disso tudo...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Novela da vida real
Bem, hoje vem um post inesperado porque realmente precisava. O nome dele tá esse porque realmente se trata de novelas da vida real, a minha, a sua, a de quem você conhece.
Hoje, pra me distrair e quebrar meu tédio caseiro, resolvi ir dar uma volta com a Camila pelo shópz. Aparentemente iríamos ao cinema assistir qualquer merda que desse na telha, mas aí ela resolveu ir tomar um suco e acabou me dando uma fome do caralho e eu resolvi comer um yakissoba. Após uma luta com aqueles malditos palitos de colocar no cabelo eu consegui pegar um pouco o jeito e deixei de comer uma minhoca de macarrão por vez, conseguindo pegar várias ao mesmo tempo. Tava tudo normal: bebendo mate, lutando com os palitos, elevando a pressão arterial pelo excesso de sódio do molho shoyo, sentindo um AVC/AVE se aproximando, Camila falando em catarro em alto volume, até que chegaram 3 mulheres em frente ao restaurante e ficaram todas olhando pra um mesmo ponto. Fiquei uns 5 minutos tentando entender do que se tratava,mas não dei bola. De repente, quando reparei, tinha gente pra caralho olhando pro mesmo lado. (Clique aqui pra ver a cena patética).
Bem, ao olhar pra mesma direção que elas descobri uma tv ao meu lado...hahahaha! Puta merda maior quando vi o motivo: uma cena de briga de uma novela. É incrível como vivemos num país onde a desgraça alheia é motivo de risos. Quem nunca ouviu a famosa frase "existem problemas piores no mundo, então sorria"? Que porra de filosofia é essa? Vou sorrir porque a África passa fome, as crianças nas favelas convivem com a violência e tem gente que morre em filas de hospitais? Nada disso me consola ou destrói um problema meu. O foda é que brasileiro parece ser movido a arquivos spam do PowerPoint com frases de efeito empobrecedor de alma, não é possível! Aposto que se aparecesse nos comerciais uma notícia envolvendo mais um escândalo político (sem ser fofoca,claro), as pessoas dispersariam rapidinho. É exatamente esse tipo de povo que os políticos elegem e eu acho tudo isso desanimador.
Bjos na ferida!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Mentiras, omissões e revolução industrial
Bem, depois de um tempinho sem postar, voltei aqui. Minha internet tá enchendo mais o meu saco que meus próprios testículos. Adoraria conseguir ficar algumas horas conectado sem perda de conexão. Tentar reconectar é perda de tempo... Por isso eu adoro a Oi com o seu querido Merdox, a internet bunda larga mais bunda que larga, afinal, bunda larga é pra quem é fodido, mas quem se fode é você.
Bem, esses dias foram bem decisivos em alguns pontos. Fiz um post imenso que prefiri deletar por motivos óbvios (vida alheia excessivamente exposta de maneira excessivamente parcial) e acabei fazendo um post que pouca gente entendeu. Bem, acreditem, isso foi exatamente minha intenção uma vez que eu mesmo não estava entendendo o que tava acontecendo, pra variar. Minha vida sofre de um problema gravíssimo: aleijamento mental. Mas sem problemas, já que isso me serviu de algo.
Algumas pessoas a gente deidifica demais e isso pode se tornar um problema. Você começa a se sentir um desgraçado diante dela cada vez que você erra, acredita em cada palavra e aplica o que foi dito a cada detalhe, e não precisa ser um gênio pra perceber que algo aí tá errado,né? É engraçado que às vezes pra descobrir a verdade sobre seu deus ou sua deusa você precisa de endemoniar mais ainda, nadar mais pro fundo, mandar um foda-se e pular do abismo. Ou você aprende e encontra Jesus, aprende a nadar ou a voar, ou então você fica possuído, se afoga ou se estabaca (há quanto tempo não ouço essa expressão! o_O) quando atingir o chão. É um risco sério, afinal, se você encontrar Jesus pode vê-lo morrendo, se nadar pode se cansar e se voar pode chegar tão alto que vai perder o fôlego. E é por aí mesmo! Criar uma realidade pra tentar viver é uma escolha inconsciente e perigosa porque uma hora você cansa disso tudo e resolve viver a realidade fora da sua cabeça e é possível que esteja um pouco desorientado, sem reconhecer o território no qual está pisando. É bom "desendeusar" uma pessoa que vivia nessa condição e tornar a vê-la como uma mera mortal novamente. Não sinto mais culpa diante de pessoas que faziam o mesmo que eu, só que sem o menor peso na consciência. Agora aprendi que posso ser melhor que isso também. Também aprendi que seus homens desrespeitam o que te desrespeita, sua parte mais imunda, então não os culpo e até dou meu apoio (comentário autista interno que nem é pra ser entendido por todos...hohohoho...). Mentir é uma coisa e omitir é outra, mas omitir algumas coisas torna toda uma situação pura mentira. Pensem a respeito.
Quero falar a respeito da revolução industrial e o que isso representou pro mundo que vivemos hoje em dia. Não preciso dizer que isso tudo começou no que movimenta nosso mundo até hoje: ganância. Segundo eu mesmo - e Marx concorda comigo -, isso originou nosso incrível sistema econômico revolucionario: o capitalismo. Chamo tudo isso de revolução porque de fato são revoluções, mas em um sentido bem pejorativo. A revolução industrial inventou nossa forma de produção em massa que, somada aos conceitos capitalistas criou nosso meio de vida: consumo excessivo com desperdício excessivo, mas obviamente com essa parte muito tempo depois. De início a revolução industrial só foi cruel com quem a movia mesmo: os trabalhadores. As pessoas que antes sabiam como era a produção desde a extração de matéria-prima até o produto final perderam espaço e tiveram que se limitar a serem encarregadas de uma função repetitiva sem necessidade de entender todo o processo. Alienou-se o trabalhador. O produtor virou produto. As consequencias disso tudo são as ultra especializações que existem hoje em dia no mercado de trabalho. Não digo que isso seja de todo mal, mas analisando vantagens e desvantagens.......... Enfim, se produtor virou produto, imaginemos o produto virou: lixo. Pois é! O que não é descartável hoje em dia? A revolução industrial começou alguns anos depois de 1800 e em torno de 200 anos levou à morte e extinção milhares de espécies e agora ameaça praticamente todas desde que foi complementada pelo capitalismo. Vivi a época onde ninguém morria por não ter copo descartável. Nos empurraram que isso é pela nossa saúde e aceitamos mesmo que sejam esses os responsáveis pelas doenças causadas por tanto lixo acumulado degradando o meio ambiente. Até nossa alimentação mudou demais! Alguém sabe do que se trata 1/3 dos ingredientes escritos nas embalagens do que comemos? Esses dias fiquei feliz com uma manteiga que dizia "creme de leite e sal". Simples e gostosa. Lembro de quando eu comprava queijo na padaria e vinha nos sacos de papel, não em plástico. O Carrefour tem uma linha de produtos orgânicos entre os quais há chás. Eu, me sentindo o ambientalmente correto, comprei um de mate com canela e tomei um susto ao abrir a caixa: cada saquinho de chá é protegido por uma embalagem plástica individual. Como chamam isso de orgânico? Pois é! Alguém inteligente aí notou que nosso planeta também virou produto descartável? Os milhares de anos que vivemos nesse planeta em relativa harmonia, pelo menos garantindo novas gerações, foram jogados fora como qualquer produto em 200 anos. Paz é guerra, destruição é progresso e qualquer coisa é bem de consumo.
Beijos na ferida!
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
Formigas X Humanos
E mais um dia de pensamentos esquisitos aconteceu. Não sei o que se passa no nosso sistema público pra contratar tanto merda. Às vezes tenho até um certo receio por estar incluso nesse meio totalmente podre. A INDIVIDUALIDADE reina no sistema PÚBLICO... Alguém aí com um sorriso irônico,uma carinha de inteligente, percebeu a incompatibilidade das palavras? Ah,diz que sim... O que é público tá sendo utilizado como individual quando deveria ser...hum...adivinha? PÚBLICO! Lembro que há quase 10 anos atrás eu escrevi no fotolog falando do quão superiores são as formigas em relação aos humanos no que diz respeito a organização social. Formigas lutam pelo bem comum sendo que a porra da rainha ganhou esse nome de forma injusta já que ela é só uma reprodutora e não manda em nada. Formigas não ordenam, não precisam se reunir pra discutir um assunto pendente sobre maus funcionários. Elas entendem por elas mesmas - chame de instinto, inteligência, sobrevivência ou a puta que o pariu - que o bem comum é o meio pelo qual elas devem viver. Ninguém diz:
- Formiga soldado, fudeeeeeeeu! Vai vir um frio e agora a gente tá fudido,então vai catar comida, desgraçado vagabundo!
Não,não,não,não,não! Elas fazem esse trabalho por si próprias, entendem que sem isso o meio de vida delas entra em colapso e toda a harmonia que existe entre elas acaba, elas se destróem. Aí chega um macaco pelado que aprendeu a construir bombas e se diz superior, capaz de raciocínio. De onde surgimos com essa ideia? É muita prepotência se achar o topo da evolução uma espécie que se mata por nada, que trepa até ocupar o planeta e gastar os seus recursos e de outros. Não existe catástrofe natural maior que a criação do homem. É aí que critico a religião. Deus deveria estar drogado quando teve a ideia de criar a gente. E deveria estar pior ainda quando nos disse algo sobre sermos sua imagem a semelhância, a menos que ele estivesse promovendo a auto flagelação, destruição da própria imagem. Ou ele tava drogado ou deprimido.
Enfim, vou voltar ao trabalho porque isso não me falta. Não sou uma formiga e logo não posso me dar o luxo de trabalhar só pelo que sobrevivo,mas também tenho que sustentar meus vícios de consumo criados por uma sociedade suicida.
Beijos na ferida.


